O cineasta Steven Spielberg volta a explorar o universo dos alienígenas em seu novo filme, "Dia D", que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (10). A produção é o primeiro blockbuster do diretor desde 2018 e busca resgatar a atmosfera de otimismo e fascínio de seus filmes clássicos sobre o tema, como "Contatos Imediatos do Terceiro Grau" (1977) e "E.T. O Extraterrestre" (1982).
O longa é estrelado por Emily Blunt ("O Diabo Veste Prada 2"), Josh O'Connor ("Rivais") e Colin Firth ("O Discurso do Rei"). A produção também marca o reencontro de Spielberg com parceiros de longa data, o roteirista David Koepp e o compositor John Williams. A trama mistura elementos de aventura, mistério e pitadas de teorias da conspiração, características marcantes na obra do diretor.
A narrativa de "Dia D" evoca o estilo clássico de Spielberg, combinando uma aventura desnorteante com a calma para a elucidação dos fatos, o fascínio pelo desconhecido e uma perspectiva quase infantil diante dos acontecimentos. O filme é descrito como uma obra otimista e cativante, que remete diretamente a alguns dos trabalhos mais conhecidos do cineasta.
Apesar de resgatar elementos nostálgicos, a produção é apontada por ter resultados variados. A crítica indica que o filme abusa da autorreferência e não se arrisca a buscar grandes inovações narrativas, focando mais nos avanços técnicos alcançados nas últimas décadas. Para o espectador que espera sempre o melhor do diretor, a experiência pode terminar com um sentimento de leve frustração, ainda que a obra traga o selo de qualidade de Spielberg.









