A influenciadora Deolane Bezerra, Marcola e outras quatro pessoas tornaram-se réus na Justiça, acusados de organização criminosa e lavagem de dinheiro. A ação penal foi aceita com base no que a investigação descreve como uma "prova nuclear".

A principal fonte de provas, segundo os autos, são dois celulares apreendidos na residência do empresário Ciro Cesar Lemos. Os aparelhos continham mensagens, comprovantes de depósitos, indicação de contas bancárias e conversas sobre repasses financeiros que sustentam a denúncia.

De acordo com a investigação, Ciro Cesar Lemos era o responsável por repassar valores de uma transportadora de cargas para contas bancárias indicadas pelo PCC.

A denúncia também cita áudios que teriam sido enviados a uma diarista. Conforme a acusação, as mensagens de voz indicam que Deolane Bezerra mantinha valores pertencentes à facção criminosa em seus imóveis e também nos imóveis de seus filhos.